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IMPOSTO ATACA EMPRESAS BRASILEIRAS E LEVA 37% DO FATURAMENTO


   “O planejamento tributário permite às empresas uma considerável redução da carga tributária (em média de 5 a 30%), dentro da absoluta legalidade”.

   Quem afirma é Carlos Bizarro, Sócio Diretor da Bizarro & Associados, empresa especializada em gestões Contábil, Fiscal, Tributária e Jurídica. Segundo ele, “um rigoroso acompanhamento da legislação (que muda praticamente todos os dias), a implantação de um planejamento tributário, a administração de débitos e a revisão de procedimentos, contemplando a redução do volume de pagamentos de uma maneira absolutamente legal, é o trabalho desenvolvido com êxito por nossa equipe. O momento econômico brasileiro exige alternativas para a sobrevivência empresarial e esta é uma rota de fuga”.

   Estatísticas mostram que num determinado período, 97% dos pedidos de falência se deram por:

   - absoluta falta de conhecimento dos números da empresa, por parte de seus dirigentes;

   - por desconhecimento do alto índice de desperdício tributário, ocasionado pelo pagamento indevido de impostos e pela complexidade da legislação.

   “O ordenamento jurídico brasileiro tem:

   100.000 Decretos
   10.000 Leis em vigor
   2.000 Medidas Provisórias

   e a Constituição Federal com:
   946 Incisos
   596 Parágrafos
   203 Alíneas
   30 Emendas
   250 Artigos
   59 tipos de tributações (municipais, estaduais e federal)
   das quais, muitas inconstitucionais. A Lei 9.718 que aumenta a alíquota de Cofins de 2% para 3% é uma delas”, explica.

   A arrecadação federal cresceu mais de 140% nos dois governos FHC (de R$ 64,32 bilhões para R$ 160 bilhões), cuja média corresponde a 34,2% do PIB (superior ao Japão, Estados Unidos, Austrália, Suíça etc. Segue o " ranking " das maiores cargas, recentemente divulgado pela imprensa:

   Suécia 53,9
   Dinamarca 52,2
   França 45,6
   Itália 45,0
   Alemanha 37,7
   Canadá 37,1
   Grã-Bretanha 36,2
   Portugal 34,4
   Brasil 34,2
   Suíça 33,9
   Austrália 31,0
   EUA 28,8
   Japão 28,8
   Turquia 27,9
   Coréia do Sul 23,0
   México 16,9

   (Jornal O Estado de São Paulo, 8/7/01, p. A-4).

   De 70% a 75% da arrecadação nacional vêm de impostos indiretos embutidos nos preços e pagas igualmente por pobres e ricos, com cerca de 59 tipos de tributações (municipais, estaduais e federal), das quais, muitas inconstitucionais. 60% dos tributos, ou seja, 34% de todo o esforço produtivo nacional (PIB) são destinados a remunerar servidores públicos (políticos e burocratas) da máquina administrativa, alocados em 5.500 entidades federativas.

   Diante dessa assustadora complexidade legislativa, da deterioração das perspectivas econômicas e do enfraquecimento das pressões inflacionárias - que não permitem mais aos empresários repassarem aos seus produtos e serviços os altos juros, a desvalorização cambial, o aumento das tarifas públicas, ônus da crise energética etc. – 100% das empresas devem rever sua gestão fiscal tributária, pois é absolutamente possível se conseguir uma considerável redução de pagamento de impostos (em média de 5 a 30%), dentro dos limites da legalidade.

   “Nosso objetivo é que a empresa pague menos impostos sem burlar o fisco. Sonegar é mais caro do que planejar devidamente seus impostos. Todas as empresas podem e devem se beneficiar das chamadas brechas da lei”, afirma Carlos Bizarro.




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