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Carga tributária leva 41,23% do PIB


A arrecadação da carga tributária no Brasil pulou de 36,74% para 41,23% do PIB brasileiro registrado no primeiro trimestre de 2000. No mesmo período de 2003, segundo dados do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT). Mesmo em se considerando uma concentração de tributos que vencem nesse período, como IPVA, IPTU e Imposto de Renda de Pessoa Jurídica, o dado é alarmante e assusta, retraindo ainda mais a economia e o crescimento brasileiro. Os tributos que mais colaboraram para a alta da receita tributária foram o ICMS, Cofins, INSS, Pis/Pasep, que afetam sobremaneira o empresariado e que juntos, em termos nominais somam R$ 12,04 bilhão. Isto significa que a carga ficará em torno de 38,52% do PIB. Só para ter uma idéia, há dez anos era de 25%. Em 2002, os brasileiros arcaram com a maior carga tributária da história do Brasil, ou seja 35,86% do Produto Interno Bruto (PIB). Para cada R$ 100 produzidos no país, R$ 35,86 foram gastos com o pagamento de tributos. Conforme estudo da Receita Federal a carga de impostos e contribuições do País aumentou 6,13 pontos percentuais, passando de 29,74% do PIB para os 35,86% do PIB em 2002, nos últimos cinco anos. Aonde vai parar o empresário brasileiro? Neste cenário de incertezas, a nova Reforma Tributária causa dúvidas: qual será seu impacto no bolso do empresário? E no bolso do consumidor, que sempre arca co os tributos no Brasil? O fim da cumulatividade proposta para alguns impostos não significa diminuição de tributos, ao contrário, no PIS, por exemplo acarretou o aumento da alíquota de 0,65% para 1,65% - prejudicando ainda mais as empresas. Os empresários apostam que a carga tributária irá aumentar, pois a tendência é nivelar a cobrança do ICMS por cima. A alternativa é a redução de alíquotas de tributos, caso a reforma tributária provoque algum tipo de aumento da carga. E tem mais: mesmo com toda boa vontade e as boas intenções de Lula, o governo, muito provavelmente, só terá condições de diminui essa carga dentro de pelo menos dez anos. O Fisco vai acabar tomando mais do brasileiro, no rastro da reforma.Esperar que o Brasil ofereça qualidade em saúde, em educação, em obras sociais é esperar gastos e a sociedade é quem financia esse custo, através de impostos, é claro. Mas o que acontece é que hoje o cidadão financia tudo isso e muito mais, sem qualidade.Enquanto a discussão continua, com o governo tentando alinhavar melhor suas idéias sobre os impostos, mais do que oportuno, dentre outras medidas emergenciais para minimizar a aflição dos empresários, é preciso que cada um reveja seu negócio, pois, é possível se conseguir uma considerável redução da carga tributária, de maneira absolutamente legal, com um planejamento tributário customizado.






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