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Sala de Imprensa

IMPOSTOS: DEIXAR COMO ESTÁ PRÁ VER COMO FICA


A discussão da reforma está ficando tão confusa que, talvez, fosse até  melhor deixar tudo como está pra ver como fica.  Hoje, o assalariado que ganha até 2 salários mínimos por mês já tem uma carga de impostos de 20,95%, chegando a mais de 27% para quem ganha acima de 30 salários.  Veja um exemplo de quanto o consumidor paga de impostos:

PRODUTOS

IMPOSTO

um quilo de açúcar

51,0 %

um quilo de arroz

45,0 %

um quilo de café

50,0 %

uma dúzia de ovos

29,0 %

um maço de legumes

33,0 %

alimentos industrializados

37,4 %

refrigerador, freezer,  televisão

49,0 %

 
A arrecadação da carga tributária no Brasil pulou de 36,74% do PIB brasileiro registrado no primeiro trimestre de 2000 para 41,23% no mesmo período de 2003, segundo dados do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT). Mesmo em se considerando uma concentração de tributos que vencem nesse período, como IPVA, IPTU e Imposto de Renda de Pessoa Jurídica, o dado é alarmante e assusta, retraindo ainda mais a economia e o crescimento brasileiro. 

Os tributos que mais colaboraram para a alta da receita tributária foram o ICMS, Cofins, INSS, Pis/Pasep, que afetam sobremaneira o empresariado e que juntos, em termos nominais, somam R$ 12,04 bilhão.  Isto significa que a carga ficará em torno de 38,52% do PIB. Só para ter uma idéia, há dez anos era  de 25%.  Em 2002, os brasileiros arcaram com a maior carga tributária da história do Brasil, ou seja 35,86% do Produto Interno Bruto (PIB). Para cada R$ 100 produzidos no país, R$ 35,86 foram gastos com o pagamento de tributos.  Conforme estudo da Receita Federal a carga de impostos e contribuições do País aumentou 6,13 pontos percentuais, passando de 29,74% do PIB para os 35,86% do PIB em 2002, nos últimos cinco anos. 

1)  Qual será seu impacto no bolso do empresário?

2)  E no bolso do consumidor, que sempre arca com os tributos no Brasil?

3) O fim da cumulatividade proposta para alguns impostos significa diminuição ou aumento de tributos?

4)  Quais outras medidas emergenciais podemos utilizar para minimizar a aflição dos empresários?

Sugerimos uma entrevista com Carlos Roberto Bizarro, Sócio diretor da Bizarro & Associados Desenvolvimento Empresarial, empresa especializada em Planejamento Tributário.

Informação e entrevistas para a Imprensa: SûrPrèsse-C Assessoria de Imprensa

Jornalistas responsáveis: Claudete Cotrim  e Vera Scaff

Tel.: (11) 5181-8079 / 9523.9959 - e-mail:

 






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