home
  

Quem Somos
Organograma Estratégico
Nossos Clientes
Gestão de Controladoria
Accounting
Gestão Fiscal Tributária
Artigos e Publicações
Newsletter
Fale Conosco
Sala de Imprensa

Av. Newton Monteiro de
Andrade, 200 - 2º andar
CEP: 09725-370
Tel.: 11 4123-2644


Sala de Imprensa


Empresa suicida
Carlos Bizarro e Claudete Cotrim

Um Contador da Parmalat se suicidou na Itália. Assessor Contábil da multinacional falida, Alessandro Bassi, 32 anos não estava sendo investigado, mas mesmo assim, não resistiu às pressões da descoberta de um buraco de mais de 14 bilhões de Euros e deu cabo da vida. Segundo o promotor-geral do Tribunal de Contas, Vincenzo Apicella, "a quebra da Parmalat era um desastre anunciado, porque a palavra controle há 20 anos era impronunciável e quem o fazia se arriscava a ser acusado de retrógrado".

Suicídio empresarial

Sem dúvida, a falta de controle dos números, feita por profissional especializado, camufla os erros, fraudes e as falcatruas praticadas por quem detém as informações do dinheiro nas mãos e que acabaram contaminando gravemente todas as operações da empresa, até o suicídio empresarial.
Sem medo de errar, podemos afirmar que 97% das empresas fazem “controles caseiros”, ou seja, um trabalho subjetivo e primário feito Contador, Assistente Contábil ou Financeiro, sem a aplicação da ciência no trato dos números.
Controle não é “feeling“, é ciência exata, que exige um profissional altamente afinado com os resultados, capaz de analisar a Contabilidade Gerencial (receitas, despesas e balanço patrimonial), o cash flow, as vendas e produção.
As grandes corporações financeiras fecham seu balanço diariamente. No dia seguinte, o “Controller”, profissional que analisa os números, reunindo todas as informações quantitativas necessárias, tendo pleno conhecimento e domínio da saúde financeira da empresa, através do rigoroso controle dos números.
Só apresentam lucros, porque usam essa ciência de maneira correta, fazem previsões e tomam as decisões de mudar, manter ou tirar um produto do mercado, agregar novos serviços ou valores ao produto,  enfim, a gestão toda da empresa chama-se Controladoria.
Ao “Controller” cabe promover o conhecimento do conjunto de todas as variáveis relacionadas ao abrangente campo da controladoria organizacional, consolidando uma visão estratégica e integrada da gestão de finanças e controladoria empresarial, buscando a relação entre os diversos desempenhos da empresa. Ele sabe exatamente tudo o que ocorre na organização. 
É impossível ser uma organização bem sucedida, se não tiver um serviço contínuo de controladoria: o olho mágico para a análise dos resultados empresariais.  

* Carlos Bizarro é Sócio-Diretor da Bizarro Accounting – Controladoria Customizada, e Claudete Cotrim é Assessora de Comunicação






volta